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Vigiando o uso do computador

Escrito em 30/Aug/2008 por Observador

Vigiando o uso do computador

Sabe aquelas ocasiões em que as mulheres se reúnem e você não quer participar? Pois aconteceu comigo. Minha esposa convidou as amigas dela para passar uma tarde lá em casa. Eu, que não queria participar ou atrapalhar, fique diante do computador, o que, confesso, não é meu costume.
Desta vez as coisas foram longas e, navegando por aqui e acolá, acabei entrando em um site de chat. Primeiro, só observei. Mas depois comecei a participar e foi nesta hora que encontrei uma mulher que já participava. Continue Lendo

Vou contar, quero contar. Eu vi!

Sabe aquele mico que você viu, mas que não conta porque vai magoar o amigo, o conhecido ou fica pensando em que vão chamá-lo de fofoqueiro? Seus problemas se acabaram, como diria o Seu Creyson. Agora, o PiseiNaBola tem uma Categoria especialmente voltada para o que os outros viram e querem contar. E podem fazer isso, aliás, como tudo o que é contado no blog, absolutamente anônimo. Continue Lendo…

Ampliando os temas

Muitas vezes a gente acaba sabendo de um babado, quer contá-lo, mas não quer se identificar. Acontece com você? Se sim, aqui está o espaço necessário para contá-lo e ter a garantia de que ficará anônimo. É que o PiseiNaBola está abrindo uma nova categoria, a Fiquei Sabendo… Nela, você pode contar o que ouviu, lhe contaram, ficou sabendo, tomou conhecimento. E quer passar à frente. Continue Lendo…

De volta à minha vida

Bem, pra dizer a verdade, eu fiz tudo errado e me pergunto por quê? Acho que tudo na vida acontece por uma razão. E no meu caso, acho que uma das razões foi a de ter me afastado da igreja, que sempre freqüentei e segui.
Quando deixei a igreja de lado, minha vida começou a dar errada. Sempre fui um bom cristão, mas esqueci os ensinamentos cristãos e comecei a namorar uma garota que não era religiosa. Pouco depois, estávamos morando juntos. Continue Lendo…

Uma segunda oportunidade

Como muitas outras mulheres em todo o mundo, deixei o meu marido por um outro homem. Sai de casa, primeiro, e levei meus filhos para a casa da minha irmã, que não era – diga-se a verdade – uma boa casa.
Enquanto a separação legal não acontecia, não tinha liberdade de me relacionar com quem havia escolhido. E por isso, fiz coisas das quais não gosto nem de falar, menti para pessoas que gostava muito e que também sempre me apoiaram. Continue Lendo…